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Codiretores brasileiros comentam a indicação de documentário ao Oscar



Divulgação/Downtown Filmes
João Jardim e Karen Harley falam sobre a participação de Lixo Extraordinário no prêmio



Os indicados ao Oscar 2011 foram anunciados nesta terça-feira (25) e o Brasil tem um representante: o documentário Lixo Extraordinário, que chegou às telonas na última sexta (21), e é dirigido pela inglesa Lucy Walker e pelos brasileiros João Jardim e Karen Harley.

O filme mostra o trabalho de Vik Muniz no Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário do mundo, localizado na periferia do Rio de Janeiro.

Lá, o artista plástico fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente.

Por meio de um comunicado oficial enviado à imprensa, Jardim manifestou alegria por seu trabalho estar na disputa da premiação mais importante do cinema.

- A indicação da Academia joga luz sobre o universo dos catadores e o trabalho de arte feito com material reciclável. A mistura do olhar estrangeiro com o olhar brasileiro deu força para o filme.

Já Karen comentou sobre a importância do longa na vida dos catadores de lixo.

- A indicação ao Oscar dará mais visibilidade à causa dos catadores. Veio na hora certa já que o aterro de Jardim Gramacho será fechado em 2012.

Museu expõe esqueleto de baleia que encalhou no Tâmisa em 2006

A fêmea de 6 m de comprimento foi flagrada nadando no rio Tâmisa em 2006.. Foto: AFP
Baleia de 6 m de comprimento foi flagrada nadando no Rio Tâmisa em 2006

O esqueleto da baleia que encalhou e morreu no rio Tâmisa em janeiro de 2006 foi exposto no Museu de História Natural em Tring, no leste da Inglaterra.

A fêmea de 6 m de comprimento foi flagrada nadando pelo centro de Londres. O caso foi acompanhado pela mídia na época e atraiu a atenção do mundo todo. Cientistas acreditam que o animal estava perdido e, provavelmente, tentando ir em direção às águas profundas do Atlântico Norte. A baleia ficou sem se alimentar por três dias na ocasião e ficou severamente desidratada.
A morte veio por uma combinação de fatores, incluindo desidratação, lesões musculares e redução da função renal. Os cientistas descobriram que o animal tinha menos de 11 anos, era sexualmente imaturo e media quase 6 m. Embora sem comer por vários dias, a baleia não perdeu massa significativa, o que prova que ela não estava com fome.

fonte: terra.com